terça-feira, 27 de março de 2012

Período Fértil - Dúvidas?

Para muitas mulheres ele é considerado o vilão, mas depois que a gente lê direitinho e procura saber mais sobre essa fase hormonal, fica um pouco mais fácil de entender e planejar o futuro.




O período fértil feminino ocorre por volta do 14º dia contando a partir do primeiro dia de mentruação. A ovulação ocorre quando o óvulo desce pelas trompas de falópio, onde pode ser fecundado pelos espermatozóides que se encontrarem na vagina.





Como calcular o período fértil ?




É possível saber quando é o período fértil apenas conhecendo os intervalos entre os ciclos menstruais. No caso de não serem regulares, uma forma de descobrir os seus dias mais férteis é subtraindo do ciclo mais curto 18 dias, e do ciclo mais longo 11 dias.
Por exemplo: se o seu ciclo mais curto for de 26 dias e o ciclo mais longo de 30 dias, então, 26 – 18 = 8 e, 30 – 11 = 19, quer dizer que os seus dias mais férteis são entre o oitavo e o décimo nono dias do ciclo.
Os ciclos normalizados têm uma duração de cerca de 28 dias, atingindo-se o pico de ovulação no 14ºdia. Nesse caso, deverá ser considerado como período fértil, ou seja, período com risco de gravidez, entre o 11º e o 17º dia do ciclo, a contar a partir do primeiro dia da menstruação.



O SOS Mamães encontrou esta Calculadora da Ovulação , onde as futuras mamães podem tirar as suas dúvidas e planejar a chegada do amado bebê.






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quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Beleza e bem-estar caminham juntos na gestação.

Muitas mulheres temem por sua beleza e saúde durante o período de Gestação, por ser uma fase em que ocorrem várias mudanças no corpo. Tendências a engordar, aparecimento de estrias e crescimento exagerado dos seios são alguns dos “fantasmas” que incomodam e podem trazer um sentimento de insegurança.
Nesse período, os medos e angústias muitas vezes escondem a grandiosidade e a beleza de se gerar uma nova vida, trazendo incertezas e dúvidas para o futuro. Mas acredite, viver e se cuidar no presente é fundamental para conservar a auto-estima e a qualidade de vida para sempre!
Nós do site S.O.S Mamães acreditamos que manter-se bela é um estado de espírito e de harmonia da mulher com o ambiente e as pessoas que a cercam. Nas seções desse site, você encontrará as melhores ações e atitudes para cuidar bem do seu bebê e de seu corpo. Afinal, a beleza é acima de tudo uma atitude especial de encarar os novos desafios e transformações trazidos pela vida.

Confiram o exemplo da mamãe Roberta Prudente, que já está na segunda gravidez e faz questão de acompanhar com ensaios fotográficos cada mês gestacional. Beta, como é conhecida entre os amigos, está no 8º mês e espera ansiosamente pela Betina que virá para a felicidade do papai Sávio e da sua irmãzinha Marina. Essa mamãe realmente faz jus ao título desta matéria! Bela, feliz e saudável!! Parabéns!

Então uma boa alimentação, exercícios, cuidados com a saúde e atividades que levem a Grávida a se sentir bem com o seu corpo fazem parte dessa atitude.

Afinal, é possível manter a beleza quando estamos em harmonia com nós mesmas, concorda?

Se você está Gestante, encare esse novo desafio. Cuide-se bem e participe de ações que possam levantar a sua auto-estima, mantendo-se sempre alegre e cheia de disposição.

E não se esqueça de que o momento mais belo, o de gerar uma nova vida, ainda está por vir, e cada vez mais próximo. Portanto, futura mamãe, viva intensamente esse momento!


O S.O.S Mamães agradece o apoio da mamãe Roberta Prudente pela divulgação de fotos!


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segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Parcerias do S.O.S Mamães - Loja Algodão Doce!


O S.O.S Mamães firmou uma parceria com uma das melhores lojas infanto-juvenil da cidade! A loja Algodão Doce!!! Com artigos para bebes e crianças até 12 anos, a loja está localizada na Rua Campo do Brito, 651 Sao José, na Galeria Pam Mukale, em frente a doceria Torrone.


Aceitam cartões de crédito e o horário de funcionamento é das 9h às 18h (com intervalo para almoço das 12h às 13h) de Segunda a sexta e Sábado das 9h às 13h.


Vale a pena conferir!!


Em breve postaremos promoções da loja Algodão Doce para VOCÊ Mamãe! Então fique sempre ligada em nosso blog!




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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Bicos de Mamadeira



Fique atenta ao número dos bicos de mamadeira: nº1 para 0 a 6 meses, e nº2 para mais de 6 meses. Geralmente a pequena e a média em geral, vêem com bico nº1 e a grande nº2 !


Se o seu bebê mamar exclusivamente no peito até 6 meses você não precisará do bico da fase 1. Talvez o pediatra indique a introdução de sucos na alimentação do bebê antes, principalmente para as mães que voltarão a trabalhar antes dos 6 meses. Você deverá utilizar o bico por dois meses, por questão de higiene. Ao fazer o enxoval aconselhamos ter 1 bico da fase nº1, caso ele vá tomar madeira você faz o cálculo de 1 para cada 2 meses até o 6º mês e providencia mais um sobressalente. Da fase nº2 talvez uns 4, mas tudo dependerá de até quando seu bebê vai tomar mamadeira. A introdução do copinho dependerá muito da criança, mas de acordo com os pediatras, a partir de 1 ano e meio as crianças já podem se familiarizar com copinhos de bico fino que lembram uma mamadeira.



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segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Ministério quer Pré-Natal para o futuro Papai



Iniciativa visa alertar aos homens para os cuidados com a saúde concomitante à gravidez das companheiras



Depois de ampliar o acesso da população masculina à rede de saúde, a Política Nacional de Saúde do Homem – que este ano completa um ano – tem agora um novo desafio. Paralelamente às ações de incentivo ao aumento da quantidade de procedimentos urológicos no Sistema Único de Saúde (SUS) – como exames e cirurgias de próstata, vasectomia e fimose – a Política vai estimular os futuros pais a fazerem um check up durante o pré-natal da parceira. A ideia é que os profissionais de saúde aproveitem o momento em que o homem está mais sensível – às vésperas de ser pai – para incentivá-lo não só a acompanhar as consultas durante os nove meses de gestação da parceira como também a realizarem exames preventivos. O princípio é: ele precisa se cuidar para cuidar da família. “É uma estratégia que estamos difundindo entre as secretarias municipais de Saúde”, informa José Luiz Telles, diretor do Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas (Dapes) do ministério, área responsável pela Coordenação de Saúde do Homem. Doenças Considera-se que, por motivos culturais, os homens têm mais resistência a procurarem cuidados médicos e terem atitudes preventivas com relação a problemas de saúde. Segundo estudos do Ministério da Saúde, a população masculina geralmente procura os serviços de saúde por meio da atenção especializada, já com o problema de saúde detectado e em estágio de evolução. Muitos deles também não seguem os tratamentos recomendados. Indicadores mostram que os homens têm hábitos de vida menos saudáveis e estão mais suscetíveis a fatores de risco para doenças crônicas. “Eles utilizam mais álcool e outras drogas em maior quantidade do que as mulheres, não praticam atividade física com regularidade e se alimentam pior. Estão também mais expostos a acidentes de trânsito e de trabalho. Por isso, apresentam mais problemas de saúde do que elas e vivem, em média, 7,6 anos menos”, explica o diretor José Luiz Telles. As internações de homens por transtornos mentais e comportamentais devido ao uso de álcool representam 20% de todas as internações no SUS. Eles apresentam, entre outros problemas, mais doenças cardiovasculares, colesterol elevado, diabetes e hipertensão.


Com informações do Ministério da Saúde


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Estresse e Gravidez


Mulheres muito estressadas podem ter fertilidade afetada Você tem dias agitados e não consegue relaxar na maior parte do dia?


Cuidado, o estresse pode interferir na fertilidade, de acordo com um estudo feito pela Universidade de Oxford, no Reino Unido e publicado no periódico Fertility and Sterility. Por meio de o acompanhamento de 274 casais que estavam tentando engravidar, os pesquisadores descobriram que as mulheres tinham menos probabilidade de gerar filhos quando apresentavam níveis elevados de uma enzima relacionada ao estresse, chamada alfa-amilase. A pesquisa é a primeira desse tipo a sugerir uma base biológica para a noção de longa data que o estresse pode reduzir as chances que uma mulher tem de engravidar, indicando que quanto mais estresse, menor o número de vezes que uma mulher engravida. Todos os casais, acompanhados durante um ano, estavam tentando engravidar a seis meses e seguiram os seus ciclos mensais utilizando kits de fertilidade em casa. No sexto dia do ciclo de cada mês, as mulheres forneciam amostras de saliva que eram testadas para os hormônios do estresse, o alfa-amilase e o cortisol. Os níveis de cortisol não parecem influenciar a capacidade de concepção, durante os seis dias em que a gravidez era mais provável de ocorrer. Mas as mulheres com níveis mais altos de alfa-amilase tiveram cerca de 12% menos de probabilidade de engravidar durante cada ciclo do que as mulheres com níveis mais baixos.
Que hormônio é esse?
A alfa-amilase é conhecida como a enzima que ajuda o organismo a digerir o amido. Recentemente, cientistas descobriram que ela é também um indicador de estresse, pois é secretada quando o sistema nervoso produz compostos conhecidos como catecolaminas, em resposta à "luta ou fuga", reações típicas do estresse. "Há evidências que as catecolaminas liberadas em resposta ao estresse reduzem o fluxo sanguíneo e retarda a passagem do óvulo fertilizado no útero," disse um dos autores do estudo Germano Buck Louis, que completou: "Isso pode significar que o óvulo não chega a tempo para ser fecundado. No entanto, precisamos de análises mais cautelosas sobre isso." Cecilia Pyper, outra pesquisadora do estudo, disse que os resultados apresentados suportam a ideia de que tomar medidas para reduzir o estresse no trabalho ou em casa podem ajudar mulheres em idade fértil a alcançar a gravidez desejada. "Relaxar certamente não vai causar nenhum tipo de dano aos casais que estão tentando conceber. Reduzir o estresse pode ser difícil, mas a meditação, ioga ou outras técnicas de relaxamento podem ajudar."


Fonte


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Cadeirinha para bebê em carro é obrigatória


Pode parecer carinhosa a imagem do bebê acolhido nos braços da mãe no banco traseiro ou até divertida a da criança inquieta, que pula para lá e para cá no carro em movimento. Quem não imagina os riscos nessas cenas falsamente amistosas irá cometer uma infração gravíssima, com multa de R$ 191,54 e sete pontos na CNH. A partir de agora não haverá mais discussão, desde o dia 09 de junho é lei e será obrigatória, e não só recomendável, a utilização do dispositivo de retenção adequado para transportar as crianças de até sete anos e meio no automóvel. Conforme a idade, bebê conforto, cadeirinha ou "booster". A CET de São Paulo e a Polícia Rodoviária Federal começam nas próximas semanas o treinamento dos agentes. A mudança na legislação havia sido determinada dois anos atrás pelo Contran (Conselho Nacional de Trânsito), já que, por enquanto, brechas permitem que as crianças sejam transportadas só com cinto de segurança no banco traseiro.A avaliação dos especialistas é de que o cinto é insuficiente. A OMS (Organização Mundial da Saúde) divulgou que a utilização correta da cadeirinha reduz em 70% a possibilidade de morte de um bebê em acidente.Em relatório da entidade do ano passado, a pior avaliação do Brasil, dentre cinco itens de segurança viária, foi em relação ao uso das cadeirinhas: nota 4, numa escala até 10.Só nos primeiros sete anos desta década, mais de 180 mil crianças foram vítimas de acidentes de trânsito no país, das quais mais de 8.000 morreram. Há, porém, obstáculos e deficiências que colocam em xeque o sucesso da medida. Segundo a OMS, de 178 países avaliados, embora a norma existisse em mais de 90% dos ricos e 20% dos pobres, em apenas 14% a lei era eficiente.No Brasil, a regra previa que ela seria precedida de campanhas por parte do poder público _até agora muito tímidas. "Precisava ter trabalhado mais a parte educativa", avalia Alessandra Françoia, coordenadora da ONG Criança Segura.O presidente do Contran, Alfredo Peres da Silva, alega que está prevista uma ampla publicidade a partir do mês que vem.Os empecilhos se estendem às dificuldades para a fiscalização correta e ao comércio.Hoje há modelos que variam de R$ 150 a mais de R$ 1.000, valores altos para a população de baixa renda. E não há variedade de marcas populares, segundo a Abrapur (Associação Brasileira de Produtos Infantis), que ressalta que a criança precisa de três assentos diferentes até os sete anos e meio.Mas para quem pode pagar, as opções são consideradas satisfatórias pelo Inmetro. De um ano para cá, só cadeirinhas certificadas pelo instituto podem ser vendidas nas lojas. Até a semana passada, havia 88 modelos, de 14 empresas, aprovados.

Clique aqui e confira as cadeiras corretas para todas as idades!


Folha Online



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