sábado, 26 de junho de 2010

Originalidade ao escolher o nome do bebê

João, Rodrigo ou Marcelo? Carolina, Tereza ou Maria? Que nome vou dar ao meu filho? A gente só mede a real importância dessa decisão na hora que a barriga começa a crescer, não é mesmo? Porque você percebe quanta história pode ter um nome. Primeiro, ele concretiza as expectativas que a gente deposita num filho antes de ele nascer. Você não tenta adivinhar se seu bebê pede um nome forte ou delicado, bem-humorado ou sério, comum ou diferente? Também se dá conta nesse momento de quanto o seu nome casou bem ou mal com a vida. Pode, ainda, querer honrar alguém muito querido, repetindo o nome em seu filho. Seja qual for a regra, as influências culturais ou familiares, a responsabilidade da escolha é grande: o nome é uma marca que seu filho vai levar para o resto da vida. Melhor que seja com todo o orgulho.
Mas, escolher o nome do bebê também é uma das tarefas mais divertidas da gravidez. Apesar de envolvente, é a campeã de discórdias entre os pais. Talvez porque a escolha do nome, embora sofra influências culturais e familiares, é uma questão de gosto pessoal.
O nome vem carregado de expectativas em relação ao filho que vai nascer. Há quem diga que ele pode interferir na história de vida do indivíduo. Outros costumam lhe atribuir um sentido mágico, como se o nome fosse trazer sorte ou azar para a criança.
Exageros à parte, por mais particular que seja a escolha, é bom lembrar que o nome do seu filho é uma marca que ele vai levar para o resto da vida. Embora não existam normas que garantam um nome perfeito, vale a pena considerar alguns pontos.


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